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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Simplificando TDD com FactoryGirl

Com o conceito de Extreme Programming (XP), publicado em 1999 por Kent Beck, surgiu também o conceito de Test Driven Development (TDD), que propôs a elaboração de códigos de testes antes da implementação efetiva da aplicação.
Os testes sendo implementados primeiro são então seguidos pela implementação da funcionalidade que os faça passar. Com isso, desde seu início até a implementação de suas últimas funcionalidades, o software estará o máximo possível coberto por testes que garantam sua estabilidade e confiabilidade. Uma grande vantagem é a possibilidade de sempre poder realizar refatorações no código, bastando garantir que os testes continuem passando, mantendo assim um código limpo e de alta qualidade e manutenibilidade.

Mas o objetivo aqui é falar da FactoryGirl, uma RubyGem criada pela thoughtbot que simplifica o desenvolvimento de TDD em Rails, sendo uma alternativa ao uso de fixtures.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Filtrando associações em Rails

Alguns posts aqui no blog já exemplificaram como funcionam as associações na camada de modelo do Rails com ActiveRecord e como efetuar alguma pesquisa (query) a partir de algum modelo. Neste post vou demonstrar como combinar as duas coisas, efetuando filtros a partir de uma associação, usando tanto recurso de blocos quanto de mixins com módulos, também já abordados em posts anteriores.



Rails scope e default_scope (EDITADO)

Neste post pretendo demonstrar como é possível fazer uso de scope e default_scope na camada de modelo de aplicações em Rails de forma a centralizar regras de pesquisa sem violar outras camadas da aplicação e mantendo a simplicidade do código.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Múltiplos Bancos de Dados com Rails

O Rails segue o conceito de convention over configuration que assume diversos padrões em vários aspectos das aplicações até que se defina o contrário. Por exemplo, o Rails assume que a aplicação será RESTful, ou seja, utilizará os métodos do protocolo HTTP para identificar os tipos de ações a serem executadas para cada requisição do cliente. Também assume que a aplicação será dividida em camadas seguindo o padrão MVC. E uma das convenções assume que você terá um banco de dados, com três ambientes: desenvolvimento, testes e produção.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Auto-relacionamento Many-to-Many com Rails

Nas aplicações que a maioria de nós desenvolve, é relativamente comum ter auto-relacionamentos, em que uma entidade referencia ela mesma através de um ou mais atributos. Também é comum ter relacionamentos muitos-para-muitos (many-to-many), em que duas entidades podem ser referenciadas por um ou mais registros da outra. Porém, há uma terceira possibilidade, que são os auto-relacionamentos many-to-many, cujo primeiro exemplo que vem à mente é o das redes sociais, tão comuns hoje em dia, onde o perfil de uma pessoa pode possuir vários amigos, que na verdade são outros perfis também de pessoas que também possuem vários amigos e assim por diante, tudo em uma única entidade Pessoa. Na continuidade vou ilustrar as duas primeiras situações, mais comuns, e em seguida mostrar como a terceira situação pode ser implementada com o framework ActiveRecord, incluído por padrão no Rails.