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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Que tal migrar para Haml?

Que tal começar 2013 migrando as telas de seus projetos Rails para Haml? Ou pelo menos de um de seus projetos?
A experiência pode ser mais empolgante do que você pensa!

O Rails utiliza ERb na camada de visão por padrão, mas é possível mudar para outras opções e até mesmo criar a sua própria.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Simplificando TDD com FactoryGirl

Com o conceito de Extreme Programming (XP), publicado em 1999 por Kent Beck, surgiu também o conceito de Test Driven Development (TDD), que propôs a elaboração de códigos de testes antes da implementação efetiva da aplicação.
Os testes sendo implementados primeiro são então seguidos pela implementação da funcionalidade que os faça passar. Com isso, desde seu início até a implementação de suas últimas funcionalidades, o software estará o máximo possível coberto por testes que garantam sua estabilidade e confiabilidade. Uma grande vantagem é a possibilidade de sempre poder realizar refatorações no código, bastando garantir que os testes continuem passando, mantendo assim um código limpo e de alta qualidade e manutenibilidade.

Mas o objetivo aqui é falar da FactoryGirl, uma RubyGem criada pela thoughtbot que simplifica o desenvolvimento de TDD em Rails, sendo uma alternativa ao uso de fixtures.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Adicionando e removendo ações de um roteamento REST em Rails

Dando continuidade ao estudo de roteamento com Rails introduzido no post anterior, vou mostrar como é possível adicionar ações a um roteamento REST, indo além das sete definidas por padrão, e também como fazer para remover alguma das operações padrão quando esta realmente não for necessária em sua aplicação.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Roteamento de Resources em Rails

Rails Routing, traduzindo e explicando, é a forma como o framework Rails infere a rota até a ação de um controlador através da URL no browser e do método HTTP (GET, POST, PUT ou DELETE).
Conforme já mencionei no post sobre múltiplos bancos de dados, o Rails segue o padrão de convention over configuration. As convenções assumidas para o roteamento vão servir para a grande maioria dos casos, mas customizar o roteamento em sua aplicação é fácil e extremamente flexível.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Filtrando associações em Rails

Alguns posts aqui no blog já exemplificaram como funcionam as associações na camada de modelo do Rails com ActiveRecord e como efetuar alguma pesquisa (query) a partir de algum modelo. Neste post vou demonstrar como combinar as duas coisas, efetuando filtros a partir de uma associação, usando tanto recurso de blocos quanto de mixins com módulos, também já abordados em posts anteriores.



Rails scope e default_scope (EDITADO)

Neste post pretendo demonstrar como é possível fazer uso de scope e default_scope na camada de modelo de aplicações em Rails de forma a centralizar regras de pesquisa sem violar outras camadas da aplicação e mantendo a simplicidade do código.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Múltiplos Bancos de Dados com Rails

O Rails segue o conceito de convention over configuration que assume diversos padrões em vários aspectos das aplicações até que se defina o contrário. Por exemplo, o Rails assume que a aplicação será RESTful, ou seja, utilizará os métodos do protocolo HTTP para identificar os tipos de ações a serem executadas para cada requisição do cliente. Também assume que a aplicação será dividida em camadas seguindo o padrão MVC. E uma das convenções assume que você terá um banco de dados, com três ambientes: desenvolvimento, testes e produção.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Auto-relacionamento Many-to-Many com Rails

Nas aplicações que a maioria de nós desenvolve, é relativamente comum ter auto-relacionamentos, em que uma entidade referencia ela mesma através de um ou mais atributos. Também é comum ter relacionamentos muitos-para-muitos (many-to-many), em que duas entidades podem ser referenciadas por um ou mais registros da outra. Porém, há uma terceira possibilidade, que são os auto-relacionamentos many-to-many, cujo primeiro exemplo que vem à mente é o das redes sociais, tão comuns hoje em dia, onde o perfil de uma pessoa pode possuir vários amigos, que na verdade são outros perfis também de pessoas que também possuem vários amigos e assim por diante, tudo em uma única entidade Pessoa. Na continuidade vou ilustrar as duas primeiras situações, mais comuns, e em seguida mostrar como a terceira situação pode ser implementada com o framework ActiveRecord, incluído por padrão no Rails.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ruby on Rails e JRuby



Parece que o desenvolvimento com Ruby on Rails ainda está em passos lentos no Brasil (e em passos largos lá fora), se comparado com Java e outras linguagens, se concentrando especialmente em algumas regiões como São Paulo. Julguei tal proporção pelo site http://ondetrabalhar.com/ e conversas com colegas da área.

Desde que comecei a investigar o assunto, fui cativado pela maturidade, organização e versatilidade tanto da linguagem Ruby quanto do framework Rails, especialmente a partir do Rails 3. Como sou um grande defensor da inovação tecnológica, quero ajudar essa tecnologia a se difundir mais por essas terras, ainda que seja uma pequena fagulha em uma grande floresta. E sei que já há muitas outras fagulhas e até fogueiras por aí, inclusive excelentes literaturas em português sobre o assunto.